Destaques da edição de Março do jornal “A Voz de Melgaço”

 edição de Março do jornal “A Voz de Melgaço” vai mais tarde para as bancas, mas tentamos fazer valer a pena a demora.

De qualquer forma, o Inverno – especialmente este! – pede recolhimento, ora pelos temporais, ora pelo frio de rachar, ora por ambos ao mesmo tempo (é, ás vezes fazem a ‘dobradinha’), por isso temos a certeza de que a edição impressa do jornal de Março fará boa companhia aos leitores, com ou sem chávena de chá por perto.

 

AVM – página 8

• Estivemos na festa do centenário de Rosa Freitas (página 8). A anciã, na­tural de São Paio, a viver há mais de cinquenta anos na freguesia de Prado, completou 100 anos de vida a 27 de Fevereiro e juntou quase uma centena de amigos e familiares para uma festa à qual não faltaram representantes do poder local e municipal. Longa vida para a D. Rosa!

 

Na página 10 perspectivamos aquela que é a grande festa do desporto no Minho.
A foto que ilustra a notícia é de arquivo (do grupo de atletas vencedores da XVII edição do evento, realizada no dia 24 de Fevereiro de 2014, no Teatro Municipal de Tui), mas demonstra que só os melhores do ano sobem ao palco. A XXI Gala dos Troféus Desportivos “O Minhoto” realiza-se a 19 de Março no Centro de Estágios, que receberá mais de meio milhar de participantes, entre atletas, órgãos de comunicação, a quem coube a votação para a eleição dos vencedores, entidades e associações convidadas.

 

A época da lampreia estende-se até 15 de Abril e em Melgaço só se aproveitam os melhores dos melhores exemplares do ciclóstomo. O município de Melgaço realizou pela primeira vez um programa próprio no âmbito da estratégia de promoção da lampreia no Vale do Minho, propondo um fim-de-semana temático, vocacionado para o conhecimento da lampreia da pesqueira ao prato. A experiência de conhecimento decorreu nos dias 3 e 4 de Março, e nós quisemos avançar ainda nesta edição as impressões deste programa.

página 14

Se o jornal ainda não lhe chegou a casa, saiba desde já que há mais 50 pesqueiras em actividade em relação a 2017, devido a alterações na lei que proibia, com carácter definitivo, a captura em pesqueiras cujo proprie­tário não tenha renovado o registo durante três anos consecutivos ou cinco alternados. Quem o garante é o pescador e activo defensor desta actividade tradicional de pesca no Rio Minho, Venancio Fernandes, da Associa­ção de Caça e Pesca de São Tomé.

O pescador tem outros números na ponta da língua, e pode saber tudo sobre estas pescas, a lampreia e as novas sugestões gastronómicas na reportagem publicada na página 14 d’A Voz de Melgaço.

 

página 16

• Estivemos à conversa (por telefone, admitimos) com Álvaro Domingues, o geógrafo melgacense que deu a “Volta a Portugal” e guardou retratos de identidade de uma nação de contrastes.

O livro com o título que indicamos entre aspas tem apresentação prevista para Maio em Melgaço, mas se entretanto o vir nas livrarias e queira comprar, deixamos desde já um esclarecimento (que também publicamos na notícia publicada na página 16 da edição impressa) do que esta obra não é: Não é um ensaio sobre fotografia, não é um livro sobre arquitectura, não é um livro sobre viagens e acima de tudo, não é um compêndio sobre a volta a Portugal em bicicleta. A propósito, há lá três ou quatro imagens de Melgaço.

 

página 17

Há derrapagens que vêm por bem. E nem sequer é uma crítica à gestão de verbas públicas, nem aos prazos de construção de obras municipais. Esta derrapagem é literal, mas a propósito da apresentação da equipa Drift Melgaço. Um grupo de amigos entusiastas do drift criou aquela que pretendem ser uma equipa de referência neste desporto automóvel. Francisco Ribeiro responde em nome do grupo criado na rede social Facebook, mas diz que todos os actuais membros desta equipa informal são fundamentais para que as provas ou as saídas para treinos funcionem bem e sejam momentos agradáveis de convívio.

O piloto lamenta (texto publicado na página 17) o fim prematuro do Campeonato Nacional de Drift, onde participaram elementos desta equipa, mas garante que vai manter a equipa Drift Melgaço activa e com imensa visibilidade nas redes sociais”. Saiba mais na edição impressa… E siga a equipa Drift Melgaço no Facebook.

 

Na edição deste mês da rubrica Histórias de Vida “Lá de Riba”, Alda Barreiros e Maria Alves recordam crenças e hábitos populares em algumas das actividades do quotidiano nas aldeias serranas.

A época da poda era escolhida com bastante critério. As autoras recordam alguns dos ‘ditados’ relativos á poda, mas é em torno da prática de “levar o canalho ao moinho” que se encerra alguma mística. Ficou “fino” depois de ter ido ao moinho? Veja como era a reza ‘milagreira’, na página 17.

 

O jornalista António Jorge Tavares esteve na edição 15ª edição da Essência do Vinho, que se realizou no Palácio da Bolsa (Porto), no final de Fevereiro, e dá-nos as suas impressões do evento na rubrica “Habemus Vinum” (página 18).

O certa­me teve mais de vinte mil visitantes e por entre as marcas presentes, António Tavares dá nota de um vi­nho que provou: “Um Alvarinho de um produtor alentejano – João Portugal Ramos – mas cuja prove­niência é produzido e engarrafa­do na sub-região de Monção/Melgaço”. A fama da sub-região chega longe!

 

• Nesta edição conhecemos também a história de Sónia Nogueira, que tem o part-time mais “apaixonante” da sua vida em Castro Laboreiro. Divide-se entre a cidade e as serras (eu sei, esse livro é quase uma recordação comum), onde trabalha com o turismo e as tradições, a propósito da sua empresa de animação, a Just Natur.

Na reportagem publicada na página 19, Sónia diz que há muito a fazer no turismo no Parque Nacional Peneda-Gerês, onde há territórios com enorme capacidade turística onde o turista estrangeiro não sabe como chegar ou mesmo como conhecer. Além de uma rede de transportes “amiga do ambiente”, Sónia Nogueira diz que é preciso apostar em experiências personalizadas, que envolvam os visitantes com as comunidades que visitam.

 

A limpeza de terrenos junto às habitações terá de ser feita até 15 de Março. O prazo é curto para as intervenções a fazer. 

O autarca de Melgaço, Manoel Batista, diz que “o bom senso deve imperar” no momento de fiscalizar, mas que “a pressão obriga a que as coisas se resolvam”. E na verdade, a lei já existia, mas a aplicação estava a ser descurada.

O que vai acontecer a partir do dia 15? Há algumas soluções para quem não pode ou não sabe como agir pelos seus próprios meios. Saiba mais nas páginas 22 e 23 da edição impressa.

 

• Na rubrica “Nortada”, o consultor Jorge Ribeiro lança números preocupantes sobre o envelhecimento do país: “Portugal tem hoje em dia cerca de 10.000.000 de habitantes, dos quais 2.100.000 são idosos. Ou seja, cerca de 21% da população portuguesa tem mais de 65 anos. Estudos demográficos prevêem que nas próximas 6 décadas o número de portu­gueses diminua para 7.500.000, mas com os idosos a aumentarem para 2.800.000. Quer isto dizer que a percentagem de ido­sos passará para 67%”. Perante estes indicadores, estará Portugal preparado para cuidar dos seus idosos? Leia a crónica na página 28.

 

São apenas alguns assuntos que destacamos, mas há outros assuntos de interesse no seu jornal de Março.

Boas leituras!