Destaques do mês: Edição de 1 de Novembro do jornal “A Voz de Melgaço”

Novembro já nos mostrou ares de Inverno, com alguma neve (ainda que breve) na serra, por isso sugerimos algumas leituras que tem Melgaço no centro da discussão.

O Mercado Municipal, que já tem inclusive um projecto finalizado para renovação, a aguardar apenas que a ferramenta de apoio da UE abra candidaturas, parece ter alguma dificuldade em chamar os seus para a praça.

A recente chamada aos pequenos produtores locais, promovida pela autarquia, anunciava isenções de taxas, mas ainda assim contavam-se pelos dedos de uma mão (e sobravam quatro dedos) os vendedores locais. Os sete lugares disponibilizados continuavam por preencher, no mês de Outubro.
O que desmotivou os pequenos produtores locais, de hortícolas, mel ou outros, de vender mo mercado, à sexta-feira? Onde se vende a produção local, em Melgaço? São algumas das questões a que tentaremos responder, na próxima edição.

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O novo Plano Apícola Nacional, para os próximos três anos, vai controlar, mas também apoiar mais os apicultores nacionais. Por outro lado, este plano vai pedir mais associativismo a todo o sector produtivo, para que a rastreabilidade do produto e dos métodos de produção permitam uma maior valorização.
O plano foi apresentado em Melgaço, pela APIMIL, e nós estivemos lá para conhecer algumas das novas metas e até os apoios que serão concedidos pelo Governo para o combate à vespa asiática.

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Depois do vinho, a Quinta de Soalheiro quer ser referência também nas aromáticas. Na experiência já em implementação no terreno da quinta, em Alvaredo, haverá meio hectare de terreno dedicado às plantas que dão origem às infusões que agradam à esmagadora maioria dos públicos, no Verão ou no Inverno.

Beber uma infusão numa visita a uma adega? “Sabendo nós que os cheiros nos marcam tanto, que são deliciosos, porque não?”, considera um dos rostos da família Soalheiro, Maria João Cerdeira, acreditando que esta é uma verdadeira “acção educacional e cultural sobre as pessoas que nos visitam”.

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A notícia lançada no site do jornal “A Voz de Melgaço”, no início do mês de Outubro, foi replicada em vários órgãos de comunicação social nacionais, mas os representantes do Grupo OCRAM, parceiro privado da gestão das Termas de Melgaço, vem pôr alguma ‘água na fervura’ em relação a obra do Hotel do Peso.

Os responsáveis reconhecem que a obra será exequível num prazo máximo de três anos, mas apenas quando iniciada a fase de projecto e licenciamento. O que ainda não aconteceu. Não desmontam por isso a expectativa criada pelo Director do festival Nature Melgaço, mas também não se comprometem com prazos específicos para a fase “chave na mão” e inauguração do renovado Hotel do Peso.

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A Delegação de Melgaço da APPACDM inaugurou oficialmente alguma das suas valências de conforto para os utentes e funcionários, mas admite que a falta de recursos humanos está a atrasar a concretização de obra e de resposta a alguns pedidos.

A unidade de Melgaço é das maiores do distrito e tem vindo a reforçar competências, mas os responsáveis lamentam que o contexto social do concelho, com população idosa e a camada jovem cada vez mais focada na emigração ou busca pelos trabalhos de horário fixo, esteja a atrasar a resposta à lista de espera para novos utilizadores do Lar Residencial.

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Nas suas próximas caminhadas pela montanha, se vir o caminho cortado, é provável que seja privado. Este poderá ser um entendimento simples, mas aparentemente não tão coerente se os trilhos estiverem marcados.

Aparentemente, um dos caminhos assinalados como parte da Grande Rota, que atravessa os municípios do Parque Nacional Peneda-Gerês, orientava os caminhantes para as imediações de um terreno privado, em Castro Laboreiro.

Alegadamente, o proprietário terá confrontado alguns dos turistas e até vedado o caminho. Segundo o presidente daquela União de Freguesias [Castro Laboreiro e Lamas de Mouro] com razão.

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Ana Mendes e Bernardete Pereira são as primeiras empreendedoras a acender as primeiras luzes da Pop-Up Street, em Melgaço.

O projecto europeu implementado com sucesso na cidade alemã de Altena vai colhendo, aos poucos, a curiosidade e a simpatia dos melgacenses. A experiência só custa a coragem do potencial empreendedor, já que nos primeiros três meses não paga renda pela utilização do espaço, numa das principais artérias da vila.

Se tem coisas para vender e um bocadinho do seu tempo para o fazer… arrisque.

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O Festival Nature Melgaço começou a medo, na primeira noite, mas na segunda noite foi com tudo. Houve temas amigos do ambiente e da alimentação saudável, e noite hippie chic, para recordar outras décadas.
O festival terá vindo para pegar. A organização assim o deseja, e os números desta primeira edição não terão ficado aquém da expectativa.

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Na cerimónia de comemoração do segundo ano de mandato, a autarquia homenageou figuras, instituições, associações e empresas locais pelo seu trabalho de mérito em prol da comunidade local.

Há empresas a trabalhar e a crescer no concelho, em sectores que inclusivamente tornam Melgaço o “único” exportador da região nessa área.

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Destacamos estes, mas há muitos outros motivos de interesse na edição de Novembro do jornal.

Boas leituras!