Comédias do Minho apresentam “O Estado do Mundo (Quando Acordas)” em Melgaço no dia 22 de Janeiro

As Comédias do Minho apresentam um espetáculo que se foca nas alterações climáticas e na crise ambiental que vivemos. O Estado do Mundo (Quando Acordas) é um espectáculo de pequeno porte, pensado para o público a partir dos 6 anos. No dia 22 de Janeiro, o espectáculo, com 60 minutos, será apresentado em Melgaço, na Casa da Cultura, às 11 horas. Sessão aberta às famílias, com entrada livre, sujeita aos lugares disponíveis.

O Estado do Mundo (Quando Acordas) é a mais recente produção da Formiga Atómica e conta com a participação das Comédias do Minho enquanto coprodutora e programadora. O encenador, Miguel Fragata, coloca em cena uma relação de causa-efeito entre pequenos gestos e grandes consequências. Servindo-se de utensílios domésticos, aparelhos eletrónicos, bens essenciais do dia-a-dia, o espetáculo sublinha uma ideia de paradoxo: entre aquilo que defendemos a respeito das alterações climáticas e a nossa incapacidade de abdicar de comportamentos do quotidiano.

Em cena, apenas um intérprete e uma esfera com aspeto de meteorito. A esfera vai abrindo partes da sua geografia e revelando outros mundos dentro de si. Contam-se histórias de crianças que são afetadas pela crise climática, mas que podem ser parte da solução. Poderá um T-Rex ser símbolo da guerrilha ambiental para a qual se convocam as crianças de todo o mundo?

Teaser

O espetáculo explora caminhos para encenar a imensidão de uma catástrofe natural através de miniaturas e a produção foi pensada para ter a menor pegada de carbono possível. É caso para dizer que este é um espetáculo profundamente ecológico.

SINOPSE

O Estado do Mundo (Quando Acordas) colocará em cena uma relação de causa-efeito entre pequenos gestos e grandes consequências. Até que ponto uma torradeira ou um secador podem ser responsáveis por grandes desastres naturais, como um incêndio ou uma tempestade de areia? Até que ponto adicionar um cubo de gelo na bebida ou barrar o pão com manteiga são gestos sem consequência? Servindo-se de utensílios domésticos, aparelhos eletrónicos, bens essenciais do dia-a-dia de todos nós – eles próprios responsáveis pelas alterações climáticas –, o espectáculo sublinhará uma ideia de paradoxo: entre aquilo que defendemos a respeito deste tema e a nossa incapacidade de abdicar de comportamentos do quotidiano.

O Estado do Mundo (Quando Acordas) será o primeiro espetáculo de um díptico que se destina a pensar o estado do mundo – natural, político, geográfico, social, histórico, económico e humano.

 

Ficha Artística:

Encenação: Miguel Fragata | Texto: Inês Barahona e Miguel Fragata | Interpretação: Edi Gaspar | Cenografia: Eric da Costa | Figurinos: José António Tenente | Música original: Fernando Mota | Desenho de luz: José Álvaro Correia | Vídeo: João Gambino | Adereços: Eric da Costa, José Pedro Sousa, Mariana Fonseca e Rita Vieira (design gráfico) | Maker: Guilherme Martins | Construção de cenografia: Gate7 | Direção técnica: Renato Marinho | Consultoria: Henrique Frazão | Produção executiva: Ana Lobato e Luna Rebelo | Produção: Formiga Atómica | Coprodução: Comédias do Minho, LU.CA – Teatro Luís de Camões, Materiais Diversos e Théâtre de la Ville